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Insistentes versões referentes as propriedades terapêuticas de algumas das ervas de uso tradicional mais freqüentemente utilizadas no Uruguai, acordaram a inquietude do Oncologista Dr. Bernardo Udaquiola, chefe da sala de Autovalidos do Instituto Nacional de Oncologia do Uruguai. Sucessivas pesquisas bibliográficas de autores locais e internacionais foram o ponto de partida para um incessante trabalho de pesquisa com a finalidade de desenvolver um produto de origem natural, não agressivo, para o tratamento do câncer procurando também melhorar a qualidade de vida do paciente, tendo presente que o tratamento desde flagelo não consiste exclusivamente no tratamento do tumor se não que também deve contemplar a pessoa. O oncologista Dr. Bernardo Udaquiola foi formando um time multidisciplinario integrado por profissionais de diferentes áreas, Médicos, Veterinários, Químicos Farmacêuticos, Bioquímicos, e outros investigadores de diferentes paises que juntaram esforços perseguindo o mesmo objetivo. Do analise bibliográfico finalmente concentrou-se a atenção em três ervas entre as quais destacavam como principais propriedades: 1. Poder antioxidante 2. Atividade imunoestimulante. 3. Atividade antitumoral. 4. Atividade colagoga. 5. Hepatoprotetora Provas preliminares em animais comprovaram as mencionadas propriedades, alem de sensíveis melhorias no estado geral somadas a um importante diminuição do tamanho do tumores, insinuarão um possível efeito sinérgico entre os três componentes do produto. Posteriores estudos de laboratório feitos no Centro de Estúdios Farmacológicos e Botânicos (CEFIBO) dependente do Ministério de Educação, Ciência e Tecnologia da República Argentina, confirmaram a existência de um importante efeito sinérgico entre as ervas, alem de um marcado efeito antitumoral com valores de inibição de proliferação tumoral que oscilaram em valores entre 13,8 e um Maximo de 28,9% nas primeiras 24 horas, na dose que logo resultou ser a dose ótima. Alem disso, nestes estudos foram feitas observações ao microscópio que permitiram comprovar indícios de morte celular comparáveis a apoptose celular. Com o desenvolvimento de novas fases de investigação em laboratório chegou-se até a formulação ótima, tendo em conta preceitos médicos básicos (mínima dose efetiva com nulos efeitos secundários), em função de ensaios dose-resposta com diferentes formulações que contemplavam diferentes concentrações nas que se tomavam como variáveis as porcentagens de solventes e tinturas. Uma numerosa quantidade de casos confeccionada pelo oncologista Dr. Bernardo Udaquiola e colegas de mais de 14 paises, registrarão importantes melhorias na qualidade de vida dos pacientes, valores hematimetricos, incremento do apetite, aumento do peso corporal, alivio das dores, diminuição do tamanho dos tumores, diminuição dos efeitos indesejáveis da quimioterapia e da radioterapia.
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