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Alguns casos de câncer nos rins

Caso 1: Adenocarcinoma Renal com Metástasis


Nome: Jorge Lindh

Idade: 56 anos

País: Suécia

Motivo da Consulta:

21/11/2001 Paciente nefrectomizado no ano 1998 a esquerda por patologia maligna de rins. Operou-se na Suécia, resultou tratar-se de um Adenocarcinoma de células claras.

Antecedentes Pessoais:

Sem antecedentes a destacar.

Antecedentes Familiares:

Desconhecemos

Antecedentes da Doença Atual:

Pensou-se em primeira instância que a neoplasia havia sido retirada definitivamente, um ano mais tarde, depois de dois checapes que não demonstrarão anomalia alguma, a curto tempo depois do terceiro checape, em julho de 2001, realizaram-lhe uma Tomografia adicional de tórax. Em dita ocasião foram descobertas Metástasis em ambos pulmões. Metástasis linfáticas no pulmão esquerdo e o direito que oprimem tanto a traqueia como ao esófago. Mais tarde se descobriu una metástasis adicional no leito pós-cirúrgico do rin esquerdo e uma atrás da clavícula direita. Consulta sobre a possibilidade de tratar-se com nosso medicamento.
21/11/2001 Se inicia o tratamento com 30 gotas 4 vezes por dia do medicamento, por quinze dias, logo 40 gotas 4 vezes por dia.

Evolução da Enfermidade:

Paciente que tratou-se somente com nosso medicamento por vontade própria.
27/01/2002 Manifesta bem-estar pela ingestão do medicamento. Não tem moléstias para deglutição pela compressão que as metástasis de ambos pulmões realizavam sobre o esófago e a traqueia.
28/02/2002 A metástasis no leito cirúrgico renal esquerdo ha detido seu crescimento.
A metástasis atrás da clavícula direita também deteve seu crescimento.
As metástasis pulmonares que comprimiam a traqueia e esófago somente crescerão 10,14mm, não tem moléstias para deglutir.
14/03/2002 Vai a consulta em Montevidéu, subjetivamente objetivamente bien.
Ha mantido o peso. Funcionalidade renal normal. Crescimento tumoral marginal, se aumenta a 50 gotas 4 vezes por dia.
O paciente melhora sua qualidade de vida, pode realizar vida normal em forma ambulatória, segue com 50 gotas 4 vezes por dia tendo seu próximo controle no mês de maio.
Encontra-se asintomático em cura clínica e outorgou-se o alta com doses de GREEN SAP de manutenção.

Conclusões:
Paciente de 56 anos, nefrectomizado no ano 1998 a esquerda por patologia maligna de rins (Adenocarcinoma renal de células claras) intervido na Suécia. Em Julho de 2001 foram descobertas por tomografia de tórax, metástasis em ambos pulmões. Metástasis linfática no pulmão esquerdo e direito. Metástasis que oprimem tanto a traqueia como o esófago. Mais tarde descobriu-se uma metástasis adicional no leito pós-cirúrgico do rin esquerdo e uma atrás da clavícula direita.
21/11/2001: Inicia o tratamento com 30 gotas 4 vezes por dia. Começa com franca melhoria, corroborada pela paraclínica. Recebeu somente tratamento com GREEN SAP, por vontade própria. Melhora sua capacidade de deglutição. Melhora sua capacidade respiratória. Bom estado geral.
El 14/03/2002: Vai a Montevidéu, subjetivamente y objetivamente bem. Não temos dúvidas da ação benéfica em grau completo do medicamento GREEN SAP, já que o paciente está em franca melhoria.

Caso 2: Hipernefroma e Adenocarcinoma de Células Claras.


Nome: Jorge Antonio Suárez

Idade: 51 anos

País: Argentina

Motivo da Consulta:

27/12/2001 Nefrectomizado a esquerda em 1994 por Hipernefroma. Asintomático até março de 2001.

Antecedentes Pessoais:

Sem antecedentes pessoais a destacar.
Antecedentes Familiares:

Sem antecedentes familiares a destacar

Antecedentes da Doença Atual:

Paciente asintomático até março de 2001 em que apresenta uma tumoração de fossa ilíaca esquerda realizasse-lhe biopsia que mostra um carcinoma de células claras.
Clinicamente asintomático.
Tomografia computada: secundarismo de glândula supra-renal direita. Lesão nodular em contato com a parede posterior da veia cava inferior. Lesões nodulares que envolvem o músculo psoas.
Realizou-se tomografia computada de maciço craniano facial que foi normal.
Tomografia computada de pescoço: normal
Tomografia computada de tórax: Imagem nodular de densidade de partes brandas de aproximadamente 15mm de diâmetro máximo intercostal posterior esquerdo que deverá avaliar-se de acordo a os antecedentes.
Tomografia computada de abdômen e pélvis, explorou-se a região do abdômen e da pélvis, logo da ingestão do contraste oral para tingir o tubo digestivo e de injetar substancias de contraste por via intravenosa.
Discreta hipodensidade difusa do parénquima hepático compatível com infiltração leve. Imagens nodulares compatíveis com secundarismo a nível da glândula supra-renal direita. A maior delas de aproximadamente 35mm. Observa-se também lesão nodular em contato com a parede lateral da veia cava inferior imediatamente por encima da veia renal direita. Seqüela de nefrectomía esquerda identificando-se a cola do pâncreas e o polo inferior do baço a nível da cela renal. Se observa lesão nodular no polo superior do rin direito. A vesícula biliar não apresenta alterações. Não identifica-se a glândula supra-renal esquerda. Lesão nodular de centro quístico e/ou necrótico a ponto de partida do setor anterior do músculo psoas esquerdo. Observam-se também lesões nodulares confluentes de densidade de partes brandas que envolvem o músculo psoas ilíaco esquerdo. Também se identifica lesão nodular no músculo obturador interno direito.
Comentário: As lesões descritas a nível do tórax e especialmente na região abdominopelviana são compatíveis em primeiro término com secundarismo.

Evolução da Enfermidade:

Iniciou-se tratamento com o medicamento em novembro de 2001, com 45 gotas 4 vezes por dia. Logo de um mês continuou com 50 gotas. Ao mês 60 gotas 4 vezes por dia.
3/04/2002: Clinicamente asintomático. Carcinoma Renal Estagio IV. Melhoria tomográficas de suas lesões em fevereiro de 2002.
Segue com 60 gotas cada 6 horas em forma sublingual.
28/08/2002: Paciente estável, permanece asintomático e com boa forma de vida. Desenvolve tarefas habituais. Se alimenta bem. Dorme bem. Trânsito digestivo conservado. Trânsito urinário: Sem maiores alterações.
11/04/2003: Em cura clínica, foi dado de alta com doses de GREEN SAP de manutenção.

Conclusões:
Paciente de 51, nefrectomizado a esquerda. Asintomático, até março de 2001. Em março de 2001 apresenta uma tumoração de fossa ilíaca esquerda que a biopsia mostra um Carcinoma de Células Claras. Também apresenta a tomografia computada uma imagem nodular com densidade de partes brandas de 15mm de diâmetro máximo intercostal.
Lesões compatíveis com secundarismo a nível da glândula supra-renal direita.
Iniciou tratamento com o medicamento em novembro de 2001, evolucionando clínica e imagenológicamente rápido.
O mecanismo de ação de GREEN SAP sobre os tumores renais e seus metástasis manifestou-se uma vez mais levando ao paciente a cura clínica e a outorgar-lhe o alta. Mantendo uma dose de controle com o medicamento.

Caso 3: Câncer de Rin


Nome: Irma Renoldi

Idade: 65 anos

País: Argentina

Motivo da Consulta:

19/03/2002 Consulta por tumoração retroperitoneal.

Antecedentes Pessoais:

Sem antecedentes pessoais a destacar.

Antecedentes Familiares:

Nenhum a destacar.

Antecedentes da Doença Atual:

Começa com edema de membros inferiores ha um mês por este motivo realizam estudos. A ecografía abdominal e TAC abdominopélvica e torácica mostram uma massa renal esquerda. O informe da TAC expressa massa retroperitoneal que mede 5.1 centímetros que impressiona origina-se na valva posterior do polo superior esquerdo que estende-se ao setor medial tomando contato com o diafragma e também com a glândula supra-renal. Também toma contato com a veia renal esquerda. O Centellograma ósseo não mostra secundarismos. Se inicia o tratamento com o medicamento tomando 40 gotas quatro vezes por dia.

Evolução da Enfermidade:

05/06/2002 – Melhora clínica e paraclínica. Em espera de novos estudos paraclínicos. Não obstante impressiona a melhoria na qualidade de vida da paciente. Segue com 40 gotas quatro vezes por dia.

21/08/2002 – A paciente volta à consulta. Não traz TAC mas confirma-nos diminuição completa da massa tumoral. asintomática.
Mantemos 40 gotas quatro vezes por dia em forma sublingual.
Até dezembro de 2002, mantemos a dose antes dita. Atualmente frente a diminuição completa da massa tumoral e o excelente estado clínico e paraclínico outorgamos o alta com cura clínica comprovada, mantendo doses basal do medicamento durante um mês, uma vez ao ano.


Conclusões:
Paciente de 65 anos, que consulta por tumoração retroperitoneal. A TAC indica massa retroperitoneal que mede 5.1cm, que impressiona originar-se na valva posterior do polo superior esquerdo, que estende-se ao setor medial tomando contato com o diafragma e também com a glândula sub-renal.
Também toma contato com a veia renal.
Inicia o tratamento tomando 40 gotas 4 vezes por dia. O GREEN SAP pelos mecanismos explicados na ação antitumoral renal, atuou em forma rápida e efetiva, conseguindo a cura clínica e o alta da paciente, quem apresentava um volumoso e vinculado a estruturas vizinhas, tumor renal.

Caso 4: Tumor de Wilms


Nome: María Alejandra Tabares

Idade: 4 anos

País: Colômbia

Motivo da Consulta:

12/02/2002 Detecta-se uma grande massa no flanco esquerdo que motivou o estudo com ecografía de abdômen e posterior estenografia. Onde confirmou-se a presença de uma grande massa no rin esquerdo com possibilidade de tumor de Wilms, portanto programou-se cirurgia em caracter urgência.

Antecedentes Pessoais:

Sem antecedentes pessoais a destacar.

Antecedentes Familiares:

Sem antecedentes familiares a destacar.

Antecedentes da Doença Atual:

Na terça seguinte 19/02/2002 realizou-se cirurgia de recessão de rin esquerdo com um tumor de Wilms de 750g de peso, e que foi enviado a patologia para sua análise obtendo o seguinte resultado.
Descrição microscópica: Nos cortes histológicos identifica-se lesão tumoral maligno formada por um componente blastomatoso, um epitelial, constituindo estruturas tubulares e uns mesinquimalfusiforme. Não observa-se característica de anaplasia. O tumor compromete a cápsula renal mas não a perfura.
No parénquima renal não tumoral ha atrofia tubular.
Não observa-se comprometimento da veia nem das artérias renais nem do uréter.
Trata-se de um tumor de Wilms trifásico, com histologia favorável, comprometimento da cápsula renal sem perfura-la. Bordes de recessão vascular e uretral livre de tumor.
De acordo a os resultados obtidos da patologia, determinou-se o tratamento com quimioterapia, com um protocolo de 18 semanas com Vincristina, 0,05mg/Kg/d. Tratamento seguido até a semana 10. Actinomicina D 0,045 mg/Kg/d a cada 3 semanas até a semana 18. Dito tratamento começou em 22 de fevereiro de 2002 e terminou o 22 de junho de 2002. Durante o tratamento com quimioterapia realizaram-se exames de controle, como raios x de tórax, hemograma, creatinina, etc. Obtendo-se uns resultados muitos satisfatórios o que indicava um bom resultado da cirurgia da quimioterapia.
Em 25 de outubro de 2002, realiza-se uma nova escanografía de abdômen de controle e ali obtiveram-se os seguintes resultados:
Praticaram-se múltiplos cortes em plano axial, e com técnica helicoidal a nível de abdômen, desde as bases pulmonares até sínfisis de púbis em fase simples e com cortes de 8mm de espessura. Solicitou-se o estudo sem médios de contraste.
Pesquisas: Identifica-se trocas na nefrectomía esquerda. A fossa renal esquerda encontra-se vazia e ha ressecado-se completamente o tumor, observando o rin esquerdo a fossa renal encontra-se ocupada por asas do intestino delgado, com a ausência do contraste é difícil valorizar o retro-peritoneo nos cortes atuais não ha evidencia de recidivas tumorais.
chama a atenção até a glândula supra-renal esquerda uma imagem hipodensa de baixa densidade o qual poderia representar um tumor residual ou uma lesão da glândula adrenal. Não ha derrame pleural ou imagens nodulares. O observado do fígado é de características normais, sem evidências de enfermidades metastásicas. Não ha evidências da via biliar intra ou extra hepática.
Colédoco e vesícula biliar normais.
Baço, Pâncreas, glândulas supra-renal direita e rin direito sem alterações. Não ha evidências de massas ou de adenomegalias retro crurais ou retro peritoneais.
Veias cava e aorta: normais.
Não observam-se coleções ou líquido de ascites.
A nível pélvico identificam-se, bexiga urinaria, reto e anexos normais.
Não ha adenomegalias pélvicas.
Conclusão Radiológica:
Nefrectomía com recessão completa da neoplasia observada no estudo prévio 13/02/2002.
Lesão hipodensa na glândula supra-renal esquerda a considerar tumor residual ou enfermidade metastásica. Não ha evidência de enfermidade metastásica em outro lugar do abdômen.


Evolução da Enfermidade:

O passado 7 de nov. de 2002 realizou-se a cirurgia, encontrando-se um novo tumor na glândula supra-renal esquerda com una parte necrosada aderida a glândula supra-renal pelo que se fez a recessão completa da mesma e o tumor foi enviado novamente a patologia para sua avaliação.
Espécimen: Glândula supra-renal esquerda
Descrição macroscópica: Recebe-se produto de recessão de glândula supra-renal que pesa 16g e mede 5,5 x 3,8 x 1,2 cm. Reconhece-se a glândula supra-renal e na periferia se encontra-se um nódulo hemorrágico, lóbulado parcialmente quístico e hemorrágico que mede 1,8 x 1,6 x 1,6cm, o qual está aberto parcialmente no mesmo recipiente por separado vem vários segmentos de tecido de cor pardo, consistência friável que pesam 1g. Processam-se cortes representativos.
Descrição Microscópica:
Nos cortes histológicos identifica-se glândula supra-renal que apresenta a nível da cápsula e gordura que rodeia a lesão tumoral primitiva, formada por um páreo de aspecto blastematoso e outras com formações tubulares. O tumor tem bastante atividade mitótica. O material que vem por separado corresponde a fragmentos tumorais parcialmente necróticos que rodeiam o músculo estriado.
Diagnóstico:
Glândula Supra-renal esquerda: Supra-renalectomía. Tumor de Wilms recidivo.
A recuperação pós-cirúrgica é muito satisfatória a menina encontra-se em excelente estado de saúde anímica e de nutrição. Pesa 16Kg pelo que se observa que o tumor não tinha metástasis em outro lugar.
08/12/2002 inicia-se tratamento com o medicamento tomando 5 gotas ½ hora antes de cada refeição.
11/12/2002 continua com 5 gotas ½ hora antes de cada refeição.
13/12/2002 continua com 5 gotas ½ hora antes de cada comida.
Segue tomando o medicamento até a atualidade.
Encontra-se em excelente estado de saúde, anímica, e desenvolvimento todas as atividades de um menino de sua idade.
Asintomática, na atualidade outorga-se o alta e considera-se em cura clínica. Realizando manutenção anual com GREEN SAP.

Conclusões:
Paciente de 4 anos, procedente de Colômbia a quem o 19/02/2002 ressecasse-lhe o rin esquerdo com um Tumor de Wilms de 750g de peso. Recidiva supra-renal esquerda que é extirpada o 7/11/2002.
Começa o 8/12/2002 com o medicamento, conseguindo uma rápida otimização de seu estado general e consegue a desaparição imagenológica de qualquer imagem tumoral. Pelo que a consideramos em cura clínica, dando-lhe o alta com controles periódicos e uma dose basal do medicamento.